que a meiota era só de criança
De lá pra cá, bate cabeça,
calma velhinha, para de chorar
Meu Deus é justo, ergue a cabeça,
que já já a liberdade vai cantar
Claro que sim, claro que não
Claro que sim, claro que não
Claro que sim, claro que não
Claro que sim, claro que não
Liberdade canto, vou voltar pro morrão
Claro que sim, claro que não
Claro que sim, claro que não
Liberdade canto, eu volto pro morrão
Claro que sim, claro que não
Claro que sim, claro que não
Ai que saudade da minha magrela
Minha meiota dentro da favela
Ai se eu pudesse eu voltava
Claro que não, não busco mais a vida toda
Me perdoa se eu errei com a senhora
Mas aí fora tá na minha memória
O seu café servido na minha cama
Se eu voltasse do tempo eu lançava de
Claro que sim, claro que não
Claro que sim, claro que não
Liberdade canta, eu volto pro morrão
Claro que sim, claro que não
Claro que sim, claro que não
Liberdade canta, eu volto pro morrão
Se eu voltasse na temporada,
tava de novo a ver a novidade
Quando se larga, quando se larga