Como fos
se um par
que nessa valsa triste
Se desenvolvesse ao
som dos bandolins
E como não, e por que não dizer
Que o mundo respirava mais
se ela apertava assim
Seu colo como se não fosse um tempo
Em que já fosse impróprio
se dançar assim
Ela teimou e enfrentou o mundo
Se rodopiando ao som dos
bandolins
Co mo fosse um par
Se o corpo a valsa triste iluminava
E a noite caminhava sim
E como um par
O vento e a madrugada
Iluminavam a fada do meu botiguim
Valsando como valsa uma criança
Que entra na roda, a noite tá no fim
Ela valsando só na madrugada
Se julgando amada
Ao som dos bandolins
Co mo fosse um par
Que nessa valsa triste
Se desenvolvesse ao som dos bandolins
E como não
E por que não dizer
Que o mundo respirava mais
Se ela apertava assim
Seu colo co mo se
Não fosse um tempo
Em que já fosse impróprio
Se dançar assim
Ela teimou
E enfrentou o mundo
Se rodopiando
Ao som dos Pândolins
Como fosse um bar
Seu corpo a valsa triste iluminava
E a noite caminhava assim
E como um par
O vento e a madrugada
Iluminavam a fada do meu botiquim
Valsando como val
sa uma crian ça
Que entra na roda a noite já no fim
Ela valsando só na madrugada
Se julgando amada
Ao som dos mandolins.
Como fosse um par
Que nessa balsa triste
Se desenvolvesse
Ao som dos mandolins.
E como não
E por que não dizer
Que o mundo respirava mais
Se ela apertava assim
Seu colo co mo
Se não fosse um tempo
Em que já fosse impróprio
se dançar assim
Ela teimou e enfrentou o mundo
Se rotopiando ao som dos pântores
Como fosse um bar
Seu corpo a valsa triste iluminava
E a noite caminhava assim
E como um parvo
O vento e a madrugada
Iluminavam a fa da
Do meu botiquim
Valsando co mo valso
Uma criança
Que entra na roda
A noite cá no fim
Ela valsando
Só na madrugada
Se julgando amada
Ao som dos bandolins.