Por entre o corpo fraco de lutar,
Onde o destino e te levam a razão
Logo da noite o sol sobe,
quebra o silêncio o madrugado de cristal
e esta vista que te navega na terra
Perdoe -me a paz, do outro mundo, lo go colo,
assim sou eu, um pouco mais
Solta -se a voz, lá do fundo,
grita, mostra -me a cor do céu
Se fosse um dia o teu olhar
E tu as minhas mãos também
Se fosse um dia o respirar
Se fosse um dia o teu olhar
E tu as minhas mãos também
Se fosse um dia o respirar
Sangue ardente, fermente e tona,
os dedos de papel hoje dormente,
Suavemente pinto o teu rosto a pincel
Largo a espera, sigo o sol
Perco a quimera, meu olho esvazou
Quero que saibas que ainda
Pede -me a paz, dou -te o mundo
Bloco livre, assim sou eu
Grita, mostra -me a coração
Se eu fosse um dia o teu olhar
E tu as minhas mãos também
Se eu fosse um dia o respirar
E tu o perfume de ninguém
Se eu fosse um dia o teu olhar
E tu as minhas mãos também
Só posso ouvir ao respirar
E tu o perfume de ninguém
Assim sou eu. Um pouco mais,
Gri ta, mostra -me a cor do céu,
Se eu fosse um dia ao teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
se fosse um dia ao respirar
E tu o perfume de ninguém,
se fosse um dia ao teu olhar
E tu as minhas mãos também,
se fosse um dia ao respirar
E tu o perfume de ninguém,
se fosse um dia ao teu olhar
E tu as minhas mãos também,
se fosse um dia ao respirar
E tu o perfume de ninguém
Se fosse o dia ao teu olhar
E tu as minhas mãos também
Se fosse o dia ao respirar
E tu o perfume de ninguém
E tu as minhas mãos também
Se fosse o dia ao respirar
E tu o perfume de ninguém
Se eu fosse o dia ao teu olhar
E tu com as minhas mãos também
Se eu fosse o dia ao respirar
Se eu fosse o dia ao teu olhar